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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Ebenezer II - Lição 5

LIÇÃO 5 – A VERDADE LIBERTA

TEXTO BÍBLICO: Mt 5.33-37: JURAMENTO; SIM, SIM; NÃO, NÃO.

ENFOQUE BÍBLICO: Mt 5.37: SIM, SIM; NÃO, NÃO.

INTRODUÇÃO

Jesus tratou de um tema muitíssimo importante: a veracidade das palavras dos cristãos, a correspondência entre o que dizemos e o que pensamos e sentimentos. Também tratou do assunto sobre o cumprimento de promessas.

E por que este assunto é tão importante? Porque vivemos em uma sociedade que valoriza as meias-verdades, e nós, como sal da terra e luz do mundo, devemos resplandecer no meio dela também através do ato de dizer sempre a verdade, em qualquer circunstância, e cumprir as promessas que fazemos.

Os discípulos de Jesus não devem jurar, pois suas palavras devem ser o bastante. Para que isso ocorra, devemos dizer a verdade, incondicionalmente, e cumprir o prometido.

A vida constante dos discípulos deve ser tão sincera que um simples “sim”, para afirmar, ou um simples “não”, para negar, seja suficiente em quaisquer circunstâncias. O “sim” deve ser “sim” verdadeiramente, e deve ser entendido como tal por que o ouve; não deve deixar dúvidas; o mesmo vale para o “não”.

JURAMENTO

Quanto mais há juramentos, tanto mais há a ideia de que a mentira não é pecado, senão quando sob juramento.

Ficamos realmente aborrecidos quando as pessoas empenham sua palavra e não a cumprem. E nós? Como somos conhecidos? Como pessoas que costumam honrar seus compromissos ou como pessoas que vivem prometendo e nada cumprem?

Você já parou pra pensar que os que mais juram são os que mais omitem a verdade? Quantas pessoas usam juramentos para legalizarem suas mentiras! Se a mentira não fosse comum, o juramento não seria considerado necessário.

Quando Jesus asseverou que não devemos jurar, Ele quis dizer que devemos ter uma conduta de vida tal que, para firmarmos um compromisso, não necessitemos de juramentos, bastando dar a nossa palavra, sincera, verdadeira, e honrá-la.

Os juramentos estão banalizados e as pessoas desrespeitam o sagrado, utilizando-o em seus frívolos juramentos para garantir situações rotineiras, onde a palavra de cada um deveria ter o peso de seu caráter.

Outro ponto é: nenhum juramento garante que nossas palavras serão cumpridas, pois não temos o controle absoluto sobre o Universo, o tempo, o futuro, nem sobre nós mesmos, nos sentido de que não sabemos o que nos acontecerá amanhã. Temos planos, mas não sabemos se eles se cumprirão.

Devemos, então, ter um caráter tal que, bastando apenas dizer “sim” ou “não”, a pessoa com quem empenhamos a nossa palavra saiba que, a menos que ocorro algo que genuinamente nos impeça, o dito será cumprido.

Ø  Quando alguém precisa jurar por algo ou por alguém é porque sua “verdade” está desacreditada.

A veracidade, confiabilidade e credibilidade da palavra do cristão não está no modo como firmamos nossos compromissos, mas no modo como vivemos. Se firmamos compromisso com a verdade e vivemos de maneira que honra tal compromisso, não necessitamos jurar por nada nem por ninguém.

SIM, SIM; NÃO, NÃO

Já vimos que tais palavras devem ser enunciadas com veracidade de pensamentos, sentimentos e comportamento.

Um outro ensinamento que Jesus nos dá por meio desta expressão é que devemos saber a hora de dizer “sim” e a hora de dizer “não”.

Temos de saber a hora de dizer “não” para um divertimento mundano, para uma piada maliciosa, para um programa de televisão incompatível com os preceitos cristãos, para um namoro que não agrada a Deus.

Temos de saber a hora de dizer “sim” para o chamado do Senhor, para uma conversa sincera com nossos pais, para uma exortação, correção, repreensão do Pai e de nossos pais, professores, líderes; temos de saber sim ao amor ágape, à união, à santidade e à verdade, que liberta!

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