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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ebenezer II - Lição 2

O VALOR DO TESTEMUNHO CRISTÃO - Jó 1.1 e 8

TEXTO BÍBLICO:
  • Mt 5.13-16: SOMOS O SAL DA TERRA E A LUZ DO MUNDO
  • Mt 5.20: NOSSA JUSTIÇA DEVE EXCEDER A DOS ESCRIBAS E FARISEUS
ENFOQUE BÍBLICO: Jo 3.21:
  • DEVEMOS SER O FAROL DA VERDADE NESTE MUNDO
  • EXISTEM PESSOAS QUE NÃO PRATICAM A VERDADE E CUJAS OBRAS SÃO FEITAS EM OUTRO ALGUÉM QUE NÃO DEUS. ENTÃO, SÃO FEITAS EM QUEM?

INTRODUÇÃO

Na época do Monasticismo, o homem vivia na clausura, afastado do convívio social, dedicando-se à oração e ao estudo dos livros santos. Será que a vida solitária é mais santa que a vida em sociedade? E será que é isso que Deus quer de nós? A resposta esta em Jo 17.15 e Rm 12.2.

Como sal da terra e luz do mundo, eu preciso preservar e iluminar a sociedade, que se corrompe a cada dia na imoralidade e nas trevas do pecado.

Todo crente em Jesus tem o compromisso de glorificar o nome do Senhor com seu testemunho de vida! Se este falhar, será grande o prejuízo para as pessoas em sua volta, que poderão duvidar da eficácia do evangelho para a salvação da humanidade.

SAL DA TERRA

a) O sal preserva

O crente em Jesus, como sal da terra, tem a capacidade de preservar a humanidade do apodrecimento moral e espiritual.

Se o crente viver isolado do mundo, não poderá preservar ninguém. Afinal, o sal só exercerá sua função se estiver em contato com aquilo que se há de salgar.

b) O sal tempera, dá sabor

Imagine como seria comer bife e batata frita sem sal!

O crente, como sal da terra, tem que dar sabor espiritual ao ambiente no qual está.

Ser sal é ter o sabor agradável de uma vida santa e pura. É viver o evangelho de Cristo diante de uma geração corrompida pelo pecado; é influenciar sem ser influenciado; é crucificar a carne com suas paixões a fim de glorificar a Deus – Gl 5.24; Fp 2.15; Mc 9.50.

c) O sal limpa ruas e rodovias cobertas pelo gelo

O crente, por meio de seu sal, limpa a vida das pessoas do pecado, pois leva-as até Jesus.

SAL NA MEDIDA CERTA
  • Já observamos que o sal preserva, dá sabor, limpa, mas não aparece. Assim deve ser o crente fiel a Jesus. Ele é humilde. Não faz questão de aparecer – Jo 3.30.
  • Quando o sal “aparece”, pelo excesso, chega a ser indesejável. O crente, como sal que é, deve pregar mais com a própria vida do que com palavras. Ninguém consegue ficar perto de um crente que tem sal além da conta. Em vez de comunicar aos outros o sabor da vida cristã, acaba afastando as pessoas, vendo pecado em tudo.
  • Ninguém também consegue ficar perto de um crente soberbo, que se acha mais santo do que os outros, que pensa que só ele e os que são tão santos quanto ele, se é que ele considera existir mais alguém nessa condição, vão para o céu.
  • Por outro lado, há os que não têm sal em suas vidas. São crentes liberais e mundanos, que dizem que nada é pecado. E não é só o indivíduo que deve ser sal da terra, mas as igrejas como um todo. As igrejas mornas, aquelas que deixaram de resistir ao espírito dominante no mundo e se renderam a ele, serão lançadas fora por Deus – Mt 5.13, final e Ap 3.16

LUZ DO MUNDO

Jesus usou a figura da luz para mostrar que o testemunho cristão deve ser percebido pelos homens, o bom e verdadeiro testemunho cristão. Não devemos “viver de aparência” ou buscar a glória para nós mesmos.

As cidades edificadas sobre montes, à noite, refletem amplamente as luzes. Como luzes do mundo, edificados sobre Cristo, a Rocha (Mt 16.18), devemos resplandecer na noite deste mundo entenebrecido pelo pecado.

Os crentes devem brilhar. Jesus disse que ninguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto ou, nos dias de hoje, ninguém acende uma lanterna ou uma lâmpada e a coloca debaixo do travesseiro. Pelo contrário, ela é colocada no lugar próprio para que ilumine a todos os que estão na casa (Mt 5.15). do mesmo modo, a nossa luz deve brilhar para que todos vejam as boas obras que fazemos e glorifiquem a Deus por isso, pois fazemos tais obras não por mérito próprio, mas por amor a Deus, por fé nEle e pela ação do Espírito Santo em nossas vidas. Portanto, nunca coloque sua luz debaixo do cesto do comodismo, da inatividade e da falta de fé.

MATEUS 5.20

A justiça dos escribas e dos fariseus era exclusivamente exterior. Eles observavam muitas regras, oravam, cantavam, jejuavam, liam as Escrituras e frequentavam a sinagoga. No entanto, substituíam as atitudes interiores requeridas por Deus pelas aparências externas. A justiça que Deus requer de nós vai além disso. O coração (mente e alma) e o espírito, e não somente os atos externos, devem conformar-se com a vontade de Deus – Mc 7.6.

MATEUS 5.13, PARTE FINAL

Se o sal perder sua qualidade característica, não serve para nada, e na verdade nem deve ser chamado de sal; assim também o discípulo que perde aquilo que o caracteriza como discípulo (consagração, renúncia, santidade), não serve para nada, e nem deve ser chamado de discípulo.

CONCLUSÃO

1 Pe 2.4-10: Cristo é a Rocha e nós somos a cidade iluminada (e, logo, que ilumina) edificada sobre Ele.

Um dos sentidos do verbo temperar é reduzir a intensidade de; suavizar. Isso significa que nós, como sal da terra, reduzimos a influência do diabo e do pecado na vida daqueles que nos cercam, apresentando-lhes Jesus por meio de nosso tempero e, como luz do mundo, suavizamos o sofrimento dos que estão ao nosso redor, mostrando-lhes, com nossa vida, a graça de Deus.

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