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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

DISCERNIMENTO FRENTE À MÍDIA DE ENTRETENIMENTO

O PRESENTE TEXTO TEM POR BASE OS ESCRITOS DE Terrence R. Lindvall e J. Matthew Melton, em Panorama do Pensamento Cristão. Os grifos são meus.

Para o cristão, todas as coisas, inclusive interagir com a mídia de entretenimento, são lícitas, mas nem tudo é necessariamente PROVEITOSO ou EDIFICANTE (1 Co 10.23 e 6.12).

Assim, enquanto Deus dá permissão para o espiritualmente maduro explorar e desfrutar nosso mundo, a sabedoria prescreve que exerçamos prudência e discriminação. Vale aqui salientar que o primeiro significado de discriminação é a faculdade de distinguir; discernimento. Podemos assistir todos os filmes para a glória de Deus? Certamente que não. Muitos filmes seriam um IMPEDIMENTO DEFINITIVO para o nosso desenvolvimento espiritual.

Todo veículo cultural popular, do cinema aos vídeos de música, comunicam uma crença ou valor. Todos expressam uma ideologia. Não podemos nos lançar de olhos vendados numa cultura que apregoa valores antibíblicos.

Um programa aparentemente irracional, como Beavis and Butthead, recomenda certo modo de olhar a realidade. Embora seja intencionalmente uma sátira da própria audiência da MTV, os espectadores, sobretudo as crianças, ainda podem ler outras mensagens morais, como fez o menino que botou fogo em outra criança depois de assistir determinado episódio. A cultura da mídia de entretenimento recomenda certo modo de olhar o mundo e oferece comportamentos específicos como modelos. Os cristãos que veem a cultura da mídia de entretenimento têm de aprender a ler essas imagens e rejeitar as que são incompatíveis com os padrões cristãos e as Escrituras.

Os cristãos devem ser a luz do mundo, o que inclui o lado escuro de uma cultura de entretenimento frequentemente irreligiosa.

Hoje, o vídeo e a mídia eletrônica tornaram-se portadores primários da ideologia e moralidade. A mídia de entretenimento busca pressionar a igreja e ser a autoridade dominante comunicação de valores. A mídia de entretenimento leva seus espectadores a viverem numa cultura de incredulidade, sexo, violência e morte. Vivemos num mundo de publicidade, artifício e culto à personalidade. A maioria dos espectadores conhece mais das celebridades do que dos vizinhos da casa al lado, ou possivelmente até da própria família em que vivem.

A cultura de entretenimento oferece narrativas que celebram a heresia pelágica, ou seja, a falsa doutrina de que os seres humanos são pessoas essencialmente boas. Mas tal ideologia opõe-se à doutrina cristã de estar perdido no pecado e em necessidade desesperada da graça de Deus e uns dos outros na comunidade da igreja. Não obstante, a mídia de entretenimento e as peças publicitárias pregam o contrário à doutrina bíblica.

O cinema e a televisão provocam-nos com histórias que dizem que nossas ações não têm consequência moral, que podemos escapar do salário do orgulho, da vingança, da luxúria, o roubo e de outros pecados.

Daniel representa um modelo para explorar a questão delicada e controversa de como o povo de Deus pode se relacionar com a cultura popular.

A cultura da Babilônia. Como a nossa, era opressivamente orientada a imagens. Também como a nossa, a cultura deles encontrava consolo no misticismo, com videntes, mágicos, astrólogos, conjuradores e toda sorte de adivinhadores. Contudo, tal “sabedoria” não pôde evitar que Nabuconosor ficasse louco e pastasse como um boi (Dn 4.28-33). Como a nossa, a cultura da Babilônia acentuava a beleza, a excelência, a inovação, a vaidade e a intemperança. Facilmente poderia ter seduzido um jovem religioso que caísse em seu regaço de luxúria. Contudo, Daniel criou uma contracultura consistente, que transcendeu a opulência babilônica. Num país de paganismo subjugante e atraente, o jovem israelita recusou firmemente a comida e os favores reais. Sua recusa era uma firmação clara sobre o que realmente importava: sua fé.

Daniel e seus companheiros permaneceram solidamente fiéis à Palavra de Deus, não só quando a obediência deles significava nadar contra a maré da cultura dominante, mas também quando significava que poderiam morrer por ela.

Daniel avaliava criticamente a verdade e a bondade dos estilos de vida. Até com a disponibilidade das escolhas do rei das comidas e vinho, Daniel escolheu não se contaminar, mas, por autocontrole, restringiu sua dieta a legumes e água. Ele estava na Babilônia, mas NÃO ERA da Babilônia.

Daniel testava suas visões do mundo babilônico à luz da fé que tinha. Quando exigiam que ele adorasse o rei ou qualquer coisa que sua fé considerava inaceitável, ele rejeitava. Ele utilizava o discernimento que Deus lhe dera e o conhecimento que tinha da Sagrada Escritura para discernir a cultura babilônica e para saber o que era bom e o que não era.

Com certeza a vida de oração de Daniel, o estudo da Escritura e o julgamento criterioso e a colocação em prático daquilo que as Sagradas Letras lhe falavam servem para os cristãos contemporâneos de exemplo recomendável de como interagir com a cultura popular.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

APLICATIVOS DO ORKUT

Vou ou não vou.

Descrição do aplicativo: VOU, NÃO VOU? Esta é a única questão que você precisará responder para azarar geral no Orkut! De maneira super simples e prática você poderá publicar sua foto e submeter-se a avaliação de milhares de gatos e gatas. Saber quem VAI ou quem NÃO VAI em você. E melhor, conferir quem combina com você.

Também é simples e prático o caminho que conduz para o inferno.

Um cristão precisa se preocupar com a aprovação de Jesus sobre o seu modo de vida, e não sobre a opção de outras pessoas, mundanas e desvirtuadas, sobre sua suposta sensualidade. Quem realmente é de Deus, não precisa de tais artifícios para ter sua autoestima elevada.

Além disso, a exibição do corpo, em fotos sensuais, e conversas inadequadas e totalmente maliciosas são ingredientes indispensáveis para ser “popular”. O inferno será bem populoso, repleto de pessoas que andam pelo caminho prático da perdição.

E pra conferir quem combina com você, basta ter uma vida de santificação que o próprio Deus se encarregará de lhe enviar alguém que combine contigo: alguém de Deus. Mas, caso você decida andar pelos caminhos tortuosos e tenebrosos que o inimigo de nossas almas diariamente nos propõe, ele também se encarregará de enviar alguém com quem você combine: um outro filho ou uma outra filha dele.

Basta decidirmos qual caminho queremos seguir: o mais fácil e carnalmente prazeroso, que conduz, porém, à perdição eterna, ou o de uma vida de renúncia, mas que garante a satisfação do nosso espírito e uma vida eterna com Deus. Se queremos viver com Ele na glória, temos que viver com Ele aqui.

Essa é apenas uma das "atrações" dentre muitas que os sites nos oferecem para nos fazerem andar segundo os conselhos dos ímpios, para que nos detenhamos nos caminhos dos pecadores e para que nos assentemos na roda dos escarnecedores.

Versículo para meditação, com grifos meus:

Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. (Hb 12.1 e 2).

Deixando, pois, toda a malícia, e todo o engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações, desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo. (1 Pe 2.1 e 2).

Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca. Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos, e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou. (Cl 3.8-10).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A influência dos meios de comunicação

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO AVANÇARAM EXPLENDOROSAMENTE NO SÉCULO PASSADO E NESTE NO QUAL ESTAMOS. NÃO PODEMOS NEGAR QUE TAIS AVANÇOS NOS TROUXERAM GRANDES BENEFÍCIOS, MAS NÃO PODEMOS NEGAR QUE MALEFÍCIOS TAMBÉM ACOMPANHARAM TAIS PROGRESSOS.

UM DOS PREJUÍZOS AOS QUAIS ME REFIRO É O FATO DE QUE, APESAR DE HOJE PODERMOS NOS COMUNICAR COM PESSOAS AO REDOR DE TODO O MUNDO COM APENAS UM CLIQUE, ESTAMOS CADA VEZ MAIS SOZINHOS E ISOLADOS, NÃO SÓ EM RELAÇÃO À SOCIEDADE COMO TAMBÉM, PRINCIPAL E INFELIZMENTE, EM RELAÇÃO ÀS NOSSAS FAMÍLIAS. NOS COMUNICAMOS MAIS COM OS COMPUTADORES DO QUE COM NOSSOS FAMILIARES. DISPONIBILIZAMOS DE TANTOS SITES E COMUNICADORES VIRTUAIS, MAS ESTAMOS CADA VEZ MAIS DISTANTES DE VERDADEIROS E REALMENTE AFETUOSOS RELACIONAMENTOS. A ISSO SE SOMAM A MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO E DAS NOTÍCIAS A FIM DE ATENDER AO INTERESSES DE DETERMINADAS CLASSES, A RIDICULARIZAÇÃO DOS VALORES MORAIS E ESPIRITUAIS, A INDUÇÃO AO ESTILO DE VIDA PROMÍSCUO E CONSUMISTA .

A FIM DE ESTARMOS ATENTOS A ESTES E OUTROS PREJUÍZOS QUE O MAU USO DA MÍDIA OU FALTA DE DISCERNIMENTO DE COMO UTILIZÁ-LA PODE NOS TRAZER É QUE ESTUDAREMOS, NO DECORRER DESTE TRISMESTRE, O CUIDADO COM A INFLUÊNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO.

AS INFLUÊNCIAS DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E OS PERIGOS DA MÍDIA ELETRÔNICA FORAM OS TEMAS DAS DUAS PRIMEIRAS LIÇÕES, QUE ESTUDAMOS ONTEM.