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domingo, 19 de setembro de 2010

Ordenação de Pastoras???

Atendendo a um bastante apropriado pedido, segue a posição de nossa Igreja, bem como da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, órgão máximo da denominação e Convenção à qual nossa Igreja está vinculada e se submete às determinações da mesma, sobre a ordenação de pastoras.

Posição Contrária à Ordenação de Pastoras

A Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, esclarece as dúvidas de muitos irmãos acerca do seu posicionamento contrário a ordenação de mulheres ao ministério pastoral, através de um parecer do consultor teológico da CPAD, pastor Antônio Gilberto que mostra biblicamente que não há subsídios bíblicos para a ordenação de pastoras.

Não, não é correto. É uma resolução e provimento de certas igrejas locais e mesmo denominações, e isso sem estrito suporte das Escrituras Sagradas, como ocorre com outros fatos de somenos alcance.

Jesus, no seu ministério terreno, teve auxiliares mulheres. Eram santas mulheres, que o serviram e aos seus apóstolos, de várias maneiras, até à cruz, mas Ele nunca as nomeou para o santo ministério, como este termo é hoje entendido entre nós. Ora, Jesus sempre sabia o que fazia e o que deveria ou não ser feito.

O apóstolo Paulo, constituído por Deus, pregador, apóstolo e mestre, o maior expoente como obreiro do Senhor, nunca separou, nem ordenou, nem mencionou diaconisas, pastoras, episcopisas (bispas), apóstolas, etc, apesar de carinhosamente destacar obreiras do Evangelho, cujos nomes estão eternizados nas páginas da Bíblia, por causa do dedicado e amoroso desempenho delas no serviço do Senhor.

Casos como o de 1 Timóteo 3.11, basta um exame acurado, demorado, erudito, imparcial e sem idéias preconcebidas do contexto, para se ver que não se trata de diaconisas. No caso tão citado de Febe (Romanos 16.1), a expressão "a qual serve a igreja" (literalmente "a qual exerce o diaconato"), sua construção frasal no texto original está no masculino. É que talvez não havia ali em Cencréia diáconos, por estar a obra no seu início, ou porque não havia diáconos suficientes, e então Febe deve ter desempenhado essas funções em caráter especial e provisório.

Ora, a obra de Deus não deve sofrer devido a limitações humanas como deve ter sido o caso da congregação de Cencréia (que na época era o porto oriental da cidade de Corinto).

Casos como o de Débora e Hulda (no Antigo Testamento) devem ser estudados nos seus respectivos contextos. Textos como Números 8.11, igualmente. No Novo Testamento, casos como o de Ana, as filhas de Filipe, as mulheres cooperadoras de Romanos 16, seguidas de Evódia e Síntique (em Filipenses), devem ser considerados em seus respectivos contextos diversos. Uma reflexão diante de Deus, partindo dos textos como 1 Coríntios 3.10-11 é fundamental aqui para o norteamento do consulente.

Ainda sobre a irmã Febe: em situações como a daquela igreja, Deus suscita a quem Ele quiser, mas isso não significa uma regra bíblica; é exceção. Isso revela a soberania de Deus, mas saiba-se que não é uma regra geral da parte do Senhor.

www.ministeiosaomiguel.com.br

http://cgadb.org.br/home/index.php?option=com_content&task=view&id=39&Itemid=36

Vivendo em Santificação

Pois é, meus lindos fofos, esqueci de cobrar de vocês suas impressões sobre o texto de Hb 12.14, mas nem por isso vocês não tiveram oportunidade de se manifestarem, não é mesmo? Bem, falha minha. Isso não se repetirá.

Mas, focando no tema de nossa lição, vejamos um pouquinho, então, sobre a santificação.

Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.

Hebreus 12.14

Devemos ter uma vida irrepreensível diante do Senhor, que em breve virá nos buscar. Não podemos agir de maneira ímpia, como se fôssemos viver neste mundo por muitos dias. Aqui não é a nossa pátria, somos estrangeiros. Não devemos nos conformar com o pecado, que nos cerca de tão perto.

Santificação é afastar-se do pecado e aproximar-se de Deus, buscando uma perfeita e íntima comunhão com Ele.

É um processo PERMANENTE em que mortificamos os desejos pecaminosos da carne e somos PROGRESSIVAMENTE transformados à semelhança de Cristo.

E esse é o objetivo da santificação: nos tornarmos cada vez mais parecidos com Cristo!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Próxima aula

A próxima aula está IMPERDÍVEL! Portanto, não percam! rs.

Até lá, meditem em Hebreus 12.14, e anotem suas impressões, ideias, pensamentos, sentimentos, opiniões, dúvidas, enfim, o que este texto lhe diz, para discutirmos na próxima aula, ok?

Amo todos vocês!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A Igreja de Cristo

Retomo aqui a conclusão de nossa aula e faço alguns acréscimos.

Onde não há compreensão, respeito e onde sobra a deturpação dos valores morais e espirituais (busca-se somente as bênçãos e os favores de Deus, e não a Ele e muito menos a uma vida que o agrade), a Igreja de Cristo deve lutar, ser valente, brilhar, incomodar as trevas, e salgar este mundo através do testemunho de vida (Mt 5.13-16; Fp 2.15).

Ser Igreja é não se conformar com este século, mas aceitar a transformação produzida pelo Espírito Santo (Rm 12.2). É cumprir a Grande Comissão de Cristo, levando o Evangelho, resgatando vida e fazendo discípulos (Mt 28.19 e 20; Mc 16.15). É lutar contra as portas do inferno. É passar pela porta estreita e trilhar o caminho apertado (Mt 7.13 e 14). É estar crucificado com Cristo para o mundo e o pecado; é viver vencendo o pecado, a carne, o mundo e o reino das trevas (Rm 6.6,10-18; gl 5.24; 1 Jo 2.15-17; Ef 6.10-18). É ser embaixador de Cristo (2 Co 5.20; 1 Pe 2.9) e ter a esperança de um dia morar eternamente com Ele no céu.

A Igreja foi escolhida por Deus para refletir a luz de Cristo no mundo. A Igreja carrega em si o caráter de Cristo. Isso significa que cada cristão deve parecer-se com Cristo, sendo assim um exemplo de vida no trabalho, na escola, na vizinhança, ou onde quer que vá. O verdadeiro cristão deve ser irrepreensível em todos os aspectos de sua vida. Ter a adoção de filhos (Gl 4.5 e 6; Rm 8.14-21; Jo 1.12 e 13) quer dizer que recebemos a natureza de Deus em nós pelo Espírito Santo quando fomos regenerados. Temos uma nova vida, um novo caráter, um comportamento guiado pelo Espírito Santo (2 Co 5.17).

O propósito da Igreja é glorificar a Deus, edificar-se, purificar-se, educar o seu círculo, evangelizar o mundo, agir como uma força que impõe limites e ilumina o mundo, promover tudo o que é bom.

Assim, a Igreja opera em três relações:

- Para cima, em direção a Deus, em culto e glorificação

- Para dentro de si mesma, em edificação, purificação, educação e disciplina

- Para fora, em direção ao mundo, em ministérios de evangelização e serviço

A Igreja deve ser a coluna e firmeza da verdade – 1 Tm 3.15.

Pregação do Evangelho: NÃO é um evangelho próprio, da forma que queremos pregar, nem um “evangelho fácil”; é o Evangelho de Jesus. Sobre esse Evangelho, falou o apóstolo Paulo, em Rm 1.16: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego”. A missão da Igreja NÃO mudou, continua a mesma, porque o Evangelho é o mesmo. O Evangelho de Jesus NÃO MUDA, então a missão da Igreja também NÃO muda.

Se a Igreja deseja conquistar esta geração, precisa se mantar apegada à Verdade que mantém a nossa fé coesa (que apresenta harmonia; ajustado, concorde; que obedece à lógica; coerente), e ainda responder às perguntas levantadas por uma GERAÇÃO ESVAZIADA DE CONTEÚDO CRISTÃO. A demonstração do AMOR e do CARÁTER CRISTÃOS, operados pelo PODER TRANSFORMADOR DO EVANGELHO, é a necessidade gritante desta hora.

A Igreja é composta por aqueles que foram transformados. A VIDA CONGREGACIONAL é composta por gente que se relaciona com Deus e com as pessoas. Portanto, a Igreja televisiva e eletrônica NÃO pode substituir a VIDA CONGRECIONAL, podendo apenas ser usada como meio de divulgação do Evangelho e como uma segunda opção para aqueles que TEMPORARIAMENTE impossibilitados de chegarem à congregação.

Estamos vivendo uma época semelhante àquela por que passaram os israelitas na época dos juízes, em que cada um fazia o que era reto aos seus olhos, e veja os resultados trágicos. Estamos repetindo o mesmo erro. Hoje, é cada um por si, e cada um faz o que quer e acha melhor para si, sem pensar nem sequer na própria família. É o individualismo e o egoísmo. A derrocada moral na sociedade já se instalou. Contudo, essa repetição de erro pode trazer uma derrocada moral para a igreja, onde seus bancos poderão se tornar testemunhas de pessoas cujas vidas estão distorcidas pelas consequências dos seus próprios pecados e pelas transgressões dos outros.

Cem anos atrás (no próximo ano a Assembleia de Deus completará 100 anos) as pessoas estavam adormecidas, mas não havia uma negação generalizada das verdades cristãs. As pessoas estavam dependendo apenas de um toque que viesse despertá-las e inicia-las. Hoje, a sociedade se tornou amoral. A própria categoria da moralidade não é reconhecida. Boa parte da sociedade não é apenas imoral; não existe moral.

O imoral age contra a moral. O amoral, nem sequer a conhece.

O ponto inicial de fazer missões neste século é MANTER A IDENTIDADE. Com o evangelho fácil que tem chegado ao mundo nos dias de hoje, muitas igrejas estão iguais ao mundo. “Venham como estão e permaneçam como estão”. Quando o mundo olhar para a Igreja e vê-la de forma igual a ele, a Igreja terá deixado de ser referência: será mais uma organização, igual às demais. A Igreja tem que ser diferente para manter a ordem no mundo (2 Ts 2 – “há um que agora resiste”). A Igreja é a ÚNICA referência para o mundo, e é a ÚNICA que pode colocar um pouco de ordem nele. Assim, A IGREJA PRECISA CONTINUAR SENDO A REFERÊNCIA!

UNIÃO – NÃO podemos trabalhar com a visão de cada um por si. É necessário trabalharmos em parceria (pedido do Pastor Leônidas para congregarmos durante a semana, e não só no domingo). A Bíblia diz que um reino dividido não prospera – Mc 3.24 e 25. Devemos unir nossas forças em prol da obra de Deus, ou estaremos fadados à derrota. PRECISAMOS aprender a dialogar e compartilhar projetos, e assim aprender uns com os outros, tanto nos acertos como nos erros!