-BLOG NÃO OFICIAL-

segunda-feira, 15 de março de 2010

O CRISTÃO E A MORALIDADE

Tivemos uma aula muito boa sobre a moral. Descobrimos um pouco do que ela significa e de como ela influencia nossas vidas. Fomos além: discutimos sobre como nós, por meio da moral cristã, influenciamos a sociedade corrompida na qual vivemos.


Para complementar nosso aprendizado, bem como nossa prática diária da moral cristã, baseada, é claro, na Bíblia, seguem alguns parágrafos de uma obra muita interssante para a Igreja, que vive tempos trabalhoso, dominado ou pela inversão total dos valores, ou pela falta completa deles e absoluto domínio da falta de DECÊNCIA. A obra é: Perigos da Pós-modernidade, de Elinaldo Renovato, publicado pela editora CPAD, em 2007. Os trechos são extraídos do Capítulo 8, que tem por título Os Desafios da Integridade num Mundo Relativista. Indico as páginas referentes ao final de cada parágrafo. BOA LEITURA!


No mundo pós-moderno, os conceitos morais não se guiam por valores absolutos, tais como integridade, honestidade, pudor, castidade, vergonha - e muito menos santidade, e temor de Deus. Nesse mundo, tudo é relativo. No que respeita à moral, ela depende de cada um. Até nos meios evangélicos, considerados arraias da moral cristã, há certo relativismo. (p. 140)


O pastor Claudionor de Andrade traduziu bem esse mal, ao afirmar:


... em meio ao relativismo moral que inunda nossas igrejas, os homens de Deus não podemos tergiversar nem ter vergonha de sermos radicais. Não estou defendendo o fanatismo; este é tão danoso quanto o mundanismo. Todavia, devemos ser radicais, porque o mundo é radical e ainda mais radical é o Diabo. Ser radical é ter aprofundadas raízes em Cristo. Conscientizemo-nos de uma vez por todas: A Igreja de Deus, por sua própria natureza e origem, sempre será vista como contracultura; jamais se conformará com este mundo. (p. 141)
Nos meios seculares, ou civis, em muitos lugares, há respeiro às normas, às regras e ao ambiente. Numa Secretaria Municipal, logo na entrada, existe uma advertência: "Não é permitida a entrada de pessoas de short, de bermudas, ou de camisetas sem manga". Parece antiquado para os tempos pós-modernos, onde "tudo é permitido". Mas está lá, e é respeitado o aviso. Numa Junta de Conciliação, pude ver aviso idêntico. Porém, em determinadas igrejas, não há mais respeito ao ambiente sagrado. (p. 151)
Em certos lugares, em determinados templos, há uma verdadeira "feira das vaidades", com pessoas trajando roupas indecentes, sensuais, que não ficariam bem sequer para uma repartição pública. Mas são usadas e abusadas no local que um dia foi consagrado para o culto a Deus. É uma visão totalmente contrária à que o salmista expressou em relação à Casa do Senhor: "Mui fiéis são os teus testemunhos; a santidade convém à tua casa, Senhor, para sempre" (Sl 93.53). (p. 151)
Em tempos passados, os cristãos eram conhecidos até pela forma de falar, de andar, ou de se trajar. Em Antioquia, eles eram visto como pessoas que se identifiavam tanto com Cristo que "pela primeira vez, chamados cristãos" (At 11.26). Nos dias atuais, com forte influência secular sobre a igreja local, há situações em que um visitante não sabe mais se está numa igreja ou num clube. (p. 152)
Grande parte de membros das igrejas, hoje, guia-se, não pela Bíblia, mas pelas mensagens que são transmitdas nas novelas, nos programas de humorismo, e nas opiniões dos (de)formadores de opiniões. (p. 152-153)
A integridade cristã requer a indespensável santificação em todos os aspectos, e em todas as áreas da vida. O mundo, em seu relativismo moral, prega aos quatro cantos do mundo que nada pe errado, e nada é certo. Depende de cada um. (p. 153)
O diabo, através dos conceitos materialistas, ensina, através das escolas, com seu ensino secularizado, e através da mídia, com seus programas humanistas, que não existe pecado, nem céu, nem inferno. Isso é invenção dos fanáticos religiosos, que não se atualizam no mundo em constante mudança. (p. 153)
Alguém, bem ao gosto dos secularistas e relativistas, já disse que "Deus não se interessa pelo exterior"; "O que Ele quer ver é o coração...". São os chavões e palavras que visam unicamente justificar o comportamento inadequado de muitas pessoas. Há quem diga, até, qe Deus não se interssa pelo corpo; que Ele só quer a alma! E conseguem influenciar muitos, principalmente os jovens. (p. 153-154)
Entre a Bíblia e a moda. entre a Bíblia e as novelas, muitos cristãos preferem obedecer aos estilistas e aos atores materialistas, muitos dos quais são satanistas. É a perda da identidade em obediência ao relativismo moral. (p. 154)
Os homens não vêem nosso coração. Eles observam o nosso testemunho, através de obras, de gestos, de atitudes concretas, e não somente mentais. Jesus asseverou: "Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus (Mt 5.16). (p. 155)
CONCLUSÃO:
"Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas" (Ef 2.10). Assim, a Igreja de Cristo precisa ser a referência espiritual, moral, ética, comportamental e doutrinária para o mundo, zelando pelas boas obras, pelos bons costumes, pelo que é decente.
Referências Bíblicas: Rm 12.1 e 2; 1 Pe 1.14-16; Is 5.20-23. LEIAM!!!

Um comentário:

  1. Muito Bom Ju! Complementou com aquilo que não foi possível falar na Aula. Espero que nossos amigos e amados adolescentes leiam e levem a sério!

    ResponderExcluir